Pelo menos 300 mil moradores de quatro municípios serão beneficiados com a solução de um velho e incômodo problema das cidades: o lixo. A secretária do Ambiente, Marilene Ramos, inicia oficialmente nesta sexta-feira, às 10h, a remediação do lixão e implantação do aterro sanitário em Paracambi, que vão favorecer ainda as cidades de Engenheiro Paulo de Frontim, Mendes, Japeri e Queimados.
Na mesma solenidade, a secretária também vai formalizar, com o prefeito de Paracambi, Tarciso Pessoa, o processo de regularização fundiária do Parque Municipal Curió de Paracambi. O terreno será adquirido pela Prefeitura, com recursos da compensação ambiental da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), intermediado pela Secretaria do Ambiente.
O aterro sanitário será construído pela Secretaria do Ambiente, em parceria com a Secretaria de Obras, e terá capacidade para receber uma média de 200 toneladas de lixo por dia. Os recursos são do Fecam (Fundação Estadual para a Conservação Ambiental), da Secretaria do Ambiente e da Funasa (Fundação Nacional da Saúde), do governo federal.
Os municípios já assinaram protocolo de intenção para a formação do consórcio a ser atendido pelo aterro sanitário. O documento será encaminhado à Câmara dos Vereadores das prefeituras envolvidas para ratificação e posterior transformação em lei.
Parque Natural Municipal Curió de Paracambi foi criado pelo decreto nº 1001, de janeiro de 2002, e possui 930 hectares. Ele está inserido no Corredor de Biodiversidade Tinguá-Bocaina, que, por sua vez, está localizado entre a Reserva Biológica de Tinguá e o Parque Nacional da Serra da Bocaina.
A cerimônia acontece na Fábrica do Conhecimento (Rua Sebastião Lacerda, s/nº, Fábrica, Paracambi).
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Nova Iguaçu recebe III Festival de Cinema
O longa Não se pode viver sem amor, de Jorge Durán, e um trecho do longa Cinco vezes Favela - Agora por nós mesmos, coordenado pelo cineasta Cacá Diegues. Os filmes inéditos estão na programação de abertura do III Festival de Cinema de Nova Iguaçu, que acontecerá entre os dias 15 e 21 de abril, na Escola Livre de Cinema, em Miguel Couto, e no Espaço Silvio Monteiro, no Centro de Nova Iguaçu.
O Iguacine chega ao terceiro ano se consolidando no circuito cinematográfico, balizado pelo tema “Circulando pelas Imagens” e pelo desejo de articular a produção da Baixada Fluminense com o Brasil. O Festival, que mantém, desde a primeira edição, a programação totalmente gratuita, inclui 45 curtas-metragens. O cineasta Cacá Diegues, o animador Marão (oriundo da baixada fluminense) e a Furacão 2000, são os homenageados deste ano.
“Desde a primeira edição, o Iguacine tem trilhado um caminho de amadurecimento. Cresceu a nossa rede de realizadores de audivisual. E o mais importante, o contato, a troca, entre os realizadores e o público. É gratificante acompanhar o fortalecimento de um projeto que desenvolve a cultura cinematográfica”, comemora Valquiria Ribeiro, produtora do Festival.
Entre os destaques da programação estão Recife Frio, premiado filme de Kleber Mendonça Filho; 65º N, de Lucas Gervilla, filmado na Islândia; e Pólis, de Marcos Pimentel, vencedor do segundo Iguacine. E, ainda, a exibição de Utopia e Barbárie, de Silvio Tendler, e Vida de Balconista, de Cavi Borges, protagonizado pelo ator Mateus Solano.
O Iguacine chega ao terceiro ano se consolidando no circuito cinematográfico, balizado pelo tema “Circulando pelas Imagens” e pelo desejo de articular a produção da Baixada Fluminense com o Brasil. O Festival, que mantém, desde a primeira edição, a programação totalmente gratuita, inclui 45 curtas-metragens. O cineasta Cacá Diegues, o animador Marão (oriundo da baixada fluminense) e a Furacão 2000, são os homenageados deste ano.
“Desde a primeira edição, o Iguacine tem trilhado um caminho de amadurecimento. Cresceu a nossa rede de realizadores de audivisual. E o mais importante, o contato, a troca, entre os realizadores e o público. É gratificante acompanhar o fortalecimento de um projeto que desenvolve a cultura cinematográfica”, comemora Valquiria Ribeiro, produtora do Festival.
Entre os destaques da programação estão Recife Frio, premiado filme de Kleber Mendonça Filho; 65º N, de Lucas Gervilla, filmado na Islândia; e Pólis, de Marcos Pimentel, vencedor do segundo Iguacine. E, ainda, a exibição de Utopia e Barbárie, de Silvio Tendler, e Vida de Balconista, de Cavi Borges, protagonizado pelo ator Mateus Solano.
Japeri participa do Fórum de Cultura
A secretária de Educação e Cultura da prefeitura de Japeri, Míriam de Paz, e a diretora de Cultura, Daniella Moreira Beliago, representaram o município no lançamento oficial do Fórum de Gestores de Cultura da Baixada Fluminense. O encontro aconteceu terça-feira, no Salão Cândido Portinari do Palácio Gustavo Capanema, Centro do Rio de Janeiro. Além de gestores de cultura, participaram do evento artistas, ativistas e outros interessados no setor.
O Fórum tem como objetivo criar políticas públicas na área de Cultura da Baixada Fluminense. Além disso, o Fórum busca a criação de um consórcio intermunicipal de cultura, para formalizar a iniciativa e garantir novas possibilidades de ação e intervenção na área cultural.“Queremos novas possibilidades junto ao Ministério da Cultura para desenvolver o setor. Estes incentivos poderão beneficiar não somente os moradores de Japeri, como também a Baixada Fluminense como um todo”, destacou a secretária de Educação e Cultura, Miriam de Paz. Fórum foi criado à quase um anoO Fórum de Gestores de Cultura da Baixada Fluminense foi criado em maio de 2009 por um grupo de pessoas que perceberam a importância desse movimento para a gestão da cultura da região. O objetivo era criar um espaço onde os interesses comuns da Baixada Fluminense no campo da cultura encontrassem um lugar de debate e ação.Em menos de um ano de existência, o Fórum estabeleceu parcerias com o Ministério da Cultura (MinC) e com a Secretaria de Estado de Cultura (SEC). Reuniu mais de mil agentes culturais da região para debater a reforma da Lei Rouanet com o ministro da Cultura, Juca Ferreira. E propôs à Secretaria de Estado de Cultura a criação de um edital específico para a Baixada, o que acabou se tornando no Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Cultura – PADEC, que beneficiará todo o estado do Rio de Janeiro.
Seropédica recebe doações da Firjan
O Sistema Firjan doou 500 cestas básicas, cobertores e fardos de água para o município de Seropédica, que foi afetado pelas fortes chuvas da última semana. Cerca de 5 mil pessoas estão desalojadas e ocupando abrigos disponibilizados pela prefeitura. Os bairros mais atingidos foram o Jardim Central, Campo Lindo, Boa Fé e Oza.
Higiene Pessoal, material de limpeza, alimentos não perecíveis, água potável e roupa de cama são os itens que poderão ser doados. A responsável pela na Unidade Sesi/Senai de Nova Iguaçu é Vanessa Cristina B. da Fonseca (Agente de Atendimento) e os donativos devem ser entregues no Setor de Relações com o mercado Todo material recebido será encaminhado para as vítimas
Higiene Pessoal, material de limpeza, alimentos não perecíveis, água potável e roupa de cama são os itens que poderão ser doados. A responsável pela na Unidade Sesi/Senai de Nova Iguaçu é Vanessa Cristina B. da Fonseca (Agente de Atendimento) e os donativos devem ser entregues no Setor de Relações com o mercado Todo material recebido será encaminhado para as vítimas
Rotary faz homenagem pelo Dia do Jornalista
diegovaldevino@jornalhoje.inf.br
Fotos: Marco Antônio Oliveira
Mais um tradicional almoço do Rotary Club Nova Iguaçu Leste foi realizado ontem na Churrascaria Rodeio Gaúcho. Cerca de 25 rotarianos, entre advogados e empresários, participaram do evento. Estiveram presentes na reunião, o presidente do Jornal de Hoje, Valcir Almeida, a segunda vice-presidente do Rotary Leste, Tereza Marcondes, o rotariano do clube de Ramos e ex-governador do Distrito 4570 (EGD) no período 93/94, Edson Avelar, que apresentou uma palestra sobre a trajetória da revista Brasil Rotário, que completou em novembro do ano passado, 85 anos de história.
Durante o evento, outras personalidades participaram da reunião, que ainda homenageou a imprensa pelo Dia do Jornalista, que foi comemorado na semana passada.
Na ocasião, os rotarianos homenagearam o diretor presidente do JH, Valcir Almeida, que ficou emocionado.
“O Jornal de Hoje tem uma história de vida de 38 anos e sempre servindo toda a Baixada Fluminense. Me sinto orgulhoso de receber do Rotary Nova Iguaçu Leste essa homenagem pelo Dia do Jornalista. Isso nos engrandece ainda mais”, disse.
Sobre a palestra de Edson Avelar, foram destacados a história da revista Brasil Rotário e alguns projetos do Rotary. “Nossa revista já contribuiu bastante com os rotarianos em todo o Brasil. Ela noticia os projetos dos rotarys e é o nosso principal meio de comunicação. A segunda parte de nossa palestra foi baseada no tema “tecnologia da informação”, que é um projeto que está em andamento com a Fundação Biblioteca Nacional, que vai digitalizar todas as revistas do Brasil Rotário. A revista que hoje possui 64 páginas, vai a partir de maio ter 72 páginas. Todos vão ter acesso e o nosso site será modernizado. Temos que mostrar aquilo que fazemos e não o que somos”, afirmou.
A revista foi fundada em 14 de novembro de 1924, quando foi lançado o boletim Notícias Rotárias do Rotary Club do Rio de Janeiro. Em 1928, o boletim muda de nome: “Rotary Brasileiro”. Na década de 30, o Rotary se expandiu com a fundação de clubes em diversos estados. Já a década de 40, o grande marco foi a convenção Internacional do Rotary. Os rotarianos colaboraram para a criação da ONU. Em janeiro de 1951, a revista Rotary Brasileiro passou a se chamar Brasil Rotário, então com uma tiragem mensal de cinco mil exemplares. Já na próxima década a tiragem da revista passou para 12 mil exemplares mensais. Em 1974, no 50º aniversário, a Brasil Rotário noticiou os problemas e dificuldades enfrentados pela revista ao longo dos anos. Em 1985, o Rotary lançou o “Programa Pólio Plus, que foi o maior projeto de sua história, voltado a erradicação mundial da Poliomielite. Esta década também foi marcada pela entrada das mulheres no Rotary.
O ano de 1995 também é especial, pois a revista ganhou com a profissionalização de toda a equipe jornalística. O site foi lançado três anos mais tarde. Na década de 2000, o Brasil Rotário chega ao final de 2009 com uma tiragem mensal de 53 mil exemplares, que atinge todos os associados dos mais de 2.300 mil clubes brasileiros. Em 2005, o Rotary festeja o aniversário de 100 anos.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
A força do interior no Congresso Estadual do Partido da República
No próximo domingo, no Congresso Estadual do Partido da República, que será realizado de 9h às 17h, na casa de eventos VIVO RIO, no Aterro do Flamengo, o interior do nosso estado estará presente e muito bem representado com caravanas de quase todos os municípios.
Tenho percorrido os municípios do interior para dar posse aos diretórios municipais e por onde passo, todos me pedem que seja candidato para voltar a olhar pelo interior do estado, que foi abandonado por Cabral.
Nos encontros regionais organizados pelo Instituto Republicano, por todo o estado, o professor Fernando Peregrino também me relatou as cobranças por um plano de desenvolvimento de todo o estado, focado nas vocações de cada região, como foi feito quando fui governador.
Hoje, no governo de Sérgio Cabral não há planejamento, nem projetos para o interior. É um grande erro porque isso acaba inflando a região metropolitana do Rio de Janeiro. O Partido da República vai apresentar um projeto para todo o estado, que contemple todas as regiões.
Em tempo: É bom esclarecer, que o congresso nacional não é a convenção partidária, que só poderá acontecer em junho, de acordo com a legislação eleitoral. O congresso vai apontar os caminhos do Partido da República na sucessão estadual.
Políticos preparam as armas para ganhar eleição via internet
Mesmo faltando alguns meses para a próxima eleição no Brasil, cresce a demanda por empresas especializadas em internet para a elaboração de campanhas virtuais. Atualmente, já são mais de 62 milhões de brasileiros acessando a internet, sendo 38,2 milhões fazendo isso de casa. O Brasil lidera o ranking mundial de países com o maior tempo médio de navegação, registrando cerca de 44 horas e 59 minutos
A web se tornou o 3º veículo de maior alcance nacional, atrás somente do rádio e da televisão. Segundo Leonardo Bortoletto, diretor de marketing da WebConsult, termos como Orkut, Twitter, Facebook, YouTube, comunidadesvirtuais e blogs para invadir o cotidiano do brasileiro e se tornarcada vez mais conhecidos e utilizados.
Nesse contexto, as campanhas políticas já começaram e a internet fará toda a diferença na conquista de votos e disseminação de informações, tanto positivas, quanto negativas. A reforma eleitoral, já aprovada pelo Senado e Câmara dos Deputados, liberou internet para campanhas eleitorais.
A utilização cada vez maior da internet mostra a políticos a necessidade de ingressarem no mundo digital. A proliferação de blogs de candidatos já é uma mostra desse processo. Atualmente, o governador José Serra, por exemplo, é um dos políticos mais populares na rede e o seu endereço no twitter registra a incrível marca de mais de 70 mil seguidores.
A web se tornou o 3º veículo de maior alcance nacional, atrás somente do rádio e da televisão. Segundo Leonardo Bortoletto, diretor de marketing da WebConsult, termos como Orkut, Twitter, Facebook, YouTube, comunidadesvirtuais e blogs para invadir o cotidiano do brasileiro e se tornarcada vez mais conhecidos e utilizados.
Nesse contexto, as campanhas políticas já começaram e a internet fará toda a diferença na conquista de votos e disseminação de informações, tanto positivas, quanto negativas. A reforma eleitoral, já aprovada pelo Senado e Câmara dos Deputados, liberou internet para campanhas eleitorais.
A utilização cada vez maior da internet mostra a políticos a necessidade de ingressarem no mundo digital. A proliferação de blogs de candidatos já é uma mostra desse processo. Atualmente, o governador José Serra, por exemplo, é um dos políticos mais populares na rede e o seu endereço no twitter registra a incrível marca de mais de 70 mil seguidores.
Cobrar por emissão de boleto é ilegal, adverte Febraban
A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) divulgou um comunicado nesta segunda-feira, dia 5 de abril, alertando os bancos que é ilegal cobrar do cliente pela emissão de boletos de cobrança. Esses boletos têm de ser pagos pelo cedente, que é quem presta o serviço que está sendo cobrado.
A Febraban lembra que a tarifa de cobrança é um item negociado entre o cedente do título e a instituição financeira para a remuneração dos serviços de cobrança, constituindo-se assim em obrigação exclusiva desse cedente", afirmou a Febraban.
A questão de quem paga pelo boleto não é nova, vem desde a aprovação do Código de Defesa do Consumidor, em 1990. Frequentemente os prestadores de serviços cobram pela tarefa de gerar o comprovante de pagamento.
O serviço prestado assume vários nomes, como "emissão de boleto" ou "emissão de lâmina" e a discriminação desse serviço tem uma função mercadológica. Ao retirar todas as despesas adicionais da prestação, o prestador de serviço pode anunciar um preço menor pelo seu serviço.
A Febraban lembra que a tarifa de cobrança é um item negociado entre o cedente do título e a instituição financeira para a remuneração dos serviços de cobrança, constituindo-se assim em obrigação exclusiva desse cedente", afirmou a Febraban.
A questão de quem paga pelo boleto não é nova, vem desde a aprovação do Código de Defesa do Consumidor, em 1990. Frequentemente os prestadores de serviços cobram pela tarefa de gerar o comprovante de pagamento.
O serviço prestado assume vários nomes, como "emissão de boleto" ou "emissão de lâmina" e a discriminação desse serviço tem uma função mercadológica. Ao retirar todas as despesas adicionais da prestação, o prestador de serviço pode anunciar um preço menor pelo seu serviço.
As normas internacionais de contabilidade
O alinhamento das práticas contábeis adotadas no Brasil às normas internacionais de contabilidade (IFRS - International Financial Reporting Standards) vem suscitando reflexões, ainda de forma inicial, sobre sua repercussão nas relações societárias das companhias brasileiras. O conteúdo técnico das recentes alterações no "capítulo contábil" da Lei nº 6.404, de 1976 (Lei das S.A.) tende a levar a uma maior exposição societária das decisões relacionadas à elaboração e à apresentação das demonstrações financeiras.
Com as leis nº 11.638, de 2007, e nº 11.941, de 2009, caminhou-se no sentido da incorporação ao ordenamento societário brasileiro, particularmente na Lei das S.A., de definições contábeis caras à padronização internacional. Segundo o artigo 177, parágrafo 5º , inserido na Lei das S.A., as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), de observância obrigatória pelas companhias abertas, deverão ser elaboradas em consonância com os padrões internacionais de contabilidade adotados nos principais mercados de valores mobiliários. As companhias fechadas também poderão adotar as normas contábeis expedidas pela CVM (IFRS), embora as Leis nº 11.638, de 2007, e nº 11.941, de 2009, silenciem-se com base em decisão dos administradores ou da assembléia de acionistas.
A estrutura conceitual das IFRS, baseada em avaliações como o "valor justo" (fair value) de ativos e passivos e a primazia da essência sobre a forma jurídica, induz a um considerável incremento da capacidade de julgamento dos responsáveis pela elaboração das demonstrações contábeis. Os primados meramente históricos e normativos de atribuição de valor (como o custo de aquisição de ativos, o valor original de obrigações ou o título dos direitos) cedem espaço a considerações mais substanciais sobre a natureza das operações, o seu valor presente e a capacidade de sua realização. Em alguns casos, como o dos instrumentos financeiros, o "subjetivismo responsável" chegou a ser citado como critério de quantificação do valor justo (Comunicado ao Mercado CVM, de janeiro de 2008).
Goste-se ou não das IFRS, os impactos do novo contexto regulatório sobre as relações societárias são relevantes. As decisões contábeis influenciam diretamente o resultado da empresa e a formação do lucro líquido a ser distribuído a sócios e acionistas. O valor atribuído a ativos e passivos impacta o valor patrimonial das ações dessas sociedades, e por consequência os haveres partilháveis. Ainda, a contabilidade baseada na essência sobre a forma, típica do padrão internacional, potencializa sua capacidade probatória da validade de atos e negócios jurídicos.
Temas como definição do valor justo de ativos e passivos, recuperabilidade do ativo imobilizado (impairment) e taxas de desconto para atribuição do valor presente dos elementos do patrimônio conduzem a julgamentos muitas vezes complexos - em alguns casos, de consequências relevantes para formação do lucro líquido à disposição da assembléia-geral ou para avaliação de direitos dos acionistas (e mesmo de credores).
Nesse cenário, decisões indevidas ou dissociadas do dever de diligência preconizado pela Lei das S.A., na elaboração de demonstrações contábeis baseadas em IFRS, podem eventualmente sugerir a hipótese de questionamentos quanto ao valor de dividendos distribuídos aos acionistas ou ao valor patrimonial das ações. Da mesma forma, cláusulas estatutárias vagas quanto aos efeitos das normas internacionais de contabilidade sobre apuração de haveres em situações de descontinuidade societária (retirada, recesso, dissociação ou dissolução) podem ser fontes potenciais de conflitos.
O ordenamento societário escusa de responsabilidade as decisões dos administradores baseadas em ato regular de gestão, em observância aos deveres de diligência e lealdade. Embora não esteja textualmente consagrada no ordenamento jurídico brasileiro, uma regra como a business judgment rule norte-americana - segundo a qual os tribunais não revisarão decisões dos administradores, boas ou más, que tenham sido tomadas em respeito aos deveres legais - presume legítimo o registro contábil, escorado em critérios conservadores e técnicos.
Porém, como referido, um dos aspectos das IFRS é justamente o abandono do registro formal, e a requisição de subjetividade para o julgamento de casos particulares. Os administradores devem considerar opiniões de experts em contabilidade, engenharia e finanças, ao mesmo tempo que devem analisar criticamente os dados informados, para identificar eventuais problemas. Mesmo assim, nem sempre será possível alcançar consenso, em eventuais disputas, quanto aos ajustes de avaliação patrimonial, ou aos critérios para determinados ajustes a valor presente, entre outros exemplos.
Ainda não é possível prever como a jurisprudência enfrentará, em casos concretos, a repercussão da aplicação das IFRS sobre o pleno exercício dos direitos essenciais dos acionistas. Uma consequência das mudanças da Lei das S.A., ao menos, é inegável: de um lado, acionistas (e mesmo credores) mais atentos à qualidade da informação contábil que substancia seus direitos; de outro, administradores conscientes da importância da contabilidade no desempenho do seu dever legal de diligência.
Fonte: Valor Econômico
Por: Heron Charneski
Com as leis nº 11.638, de 2007, e nº 11.941, de 2009, caminhou-se no sentido da incorporação ao ordenamento societário brasileiro, particularmente na Lei das S.A., de definições contábeis caras à padronização internacional. Segundo o artigo 177, parágrafo 5º , inserido na Lei das S.A., as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), de observância obrigatória pelas companhias abertas, deverão ser elaboradas em consonância com os padrões internacionais de contabilidade adotados nos principais mercados de valores mobiliários. As companhias fechadas também poderão adotar as normas contábeis expedidas pela CVM (IFRS), embora as Leis nº 11.638, de 2007, e nº 11.941, de 2009, silenciem-se com base em decisão dos administradores ou da assembléia de acionistas.
A estrutura conceitual das IFRS, baseada em avaliações como o "valor justo" (fair value) de ativos e passivos e a primazia da essência sobre a forma jurídica, induz a um considerável incremento da capacidade de julgamento dos responsáveis pela elaboração das demonstrações contábeis. Os primados meramente históricos e normativos de atribuição de valor (como o custo de aquisição de ativos, o valor original de obrigações ou o título dos direitos) cedem espaço a considerações mais substanciais sobre a natureza das operações, o seu valor presente e a capacidade de sua realização. Em alguns casos, como o dos instrumentos financeiros, o "subjetivismo responsável" chegou a ser citado como critério de quantificação do valor justo (Comunicado ao Mercado CVM, de janeiro de 2008).
Goste-se ou não das IFRS, os impactos do novo contexto regulatório sobre as relações societárias são relevantes. As decisões contábeis influenciam diretamente o resultado da empresa e a formação do lucro líquido a ser distribuído a sócios e acionistas. O valor atribuído a ativos e passivos impacta o valor patrimonial das ações dessas sociedades, e por consequência os haveres partilháveis. Ainda, a contabilidade baseada na essência sobre a forma, típica do padrão internacional, potencializa sua capacidade probatória da validade de atos e negócios jurídicos.
Temas como definição do valor justo de ativos e passivos, recuperabilidade do ativo imobilizado (impairment) e taxas de desconto para atribuição do valor presente dos elementos do patrimônio conduzem a julgamentos muitas vezes complexos - em alguns casos, de consequências relevantes para formação do lucro líquido à disposição da assembléia-geral ou para avaliação de direitos dos acionistas (e mesmo de credores).
Nesse cenário, decisões indevidas ou dissociadas do dever de diligência preconizado pela Lei das S.A., na elaboração de demonstrações contábeis baseadas em IFRS, podem eventualmente sugerir a hipótese de questionamentos quanto ao valor de dividendos distribuídos aos acionistas ou ao valor patrimonial das ações. Da mesma forma, cláusulas estatutárias vagas quanto aos efeitos das normas internacionais de contabilidade sobre apuração de haveres em situações de descontinuidade societária (retirada, recesso, dissociação ou dissolução) podem ser fontes potenciais de conflitos.
O ordenamento societário escusa de responsabilidade as decisões dos administradores baseadas em ato regular de gestão, em observância aos deveres de diligência e lealdade. Embora não esteja textualmente consagrada no ordenamento jurídico brasileiro, uma regra como a business judgment rule norte-americana - segundo a qual os tribunais não revisarão decisões dos administradores, boas ou más, que tenham sido tomadas em respeito aos deveres legais - presume legítimo o registro contábil, escorado em critérios conservadores e técnicos.
Porém, como referido, um dos aspectos das IFRS é justamente o abandono do registro formal, e a requisição de subjetividade para o julgamento de casos particulares. Os administradores devem considerar opiniões de experts em contabilidade, engenharia e finanças, ao mesmo tempo que devem analisar criticamente os dados informados, para identificar eventuais problemas. Mesmo assim, nem sempre será possível alcançar consenso, em eventuais disputas, quanto aos ajustes de avaliação patrimonial, ou aos critérios para determinados ajustes a valor presente, entre outros exemplos.
Ainda não é possível prever como a jurisprudência enfrentará, em casos concretos, a repercussão da aplicação das IFRS sobre o pleno exercício dos direitos essenciais dos acionistas. Uma consequência das mudanças da Lei das S.A., ao menos, é inegável: de um lado, acionistas (e mesmo credores) mais atentos à qualidade da informação contábil que substancia seus direitos; de outro, administradores conscientes da importância da contabilidade no desempenho do seu dever legal de diligência.
Fonte: Valor Econômico
Por: Heron Charneski
segunda-feira, 12 de abril de 2010
A evolução de Brasília em imagens
A evolução de Brasília em oito fotos. Veja como a cidade ficou 50 anos depois
A construção da Esplanada dos Ministérios vista do 28° andar do Anexo 1 do Congresso Nacional, no fim de 1959. O Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores (à esquerda, na imagem recente, acima da Câmara dos Deputados), ainda não havia sido erguido. O espelho d´água que aparece na fotografia atual, em frente ao Congresso, só surgiria no primeiro mandato de Antônio Carlos Magalhães à frente da presidência do Senado (1997-1999). A obra, encomendada por ACM e projetada por Oscar Niemeyer, tinha intenção de barrar protestos de militantes sem-terra, que na época ameaçavam invadir o Congresso.
O "esqueleto" do Congresso Nacional em construção, no fim de 1959. As obras começaram em janeiro do ano anterior e a edificação foi inaugurada em abril de 1960. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o Congresso é composto pelo Anexo 1 (as "torres gêmeas") e duas cúpulas: o Senado (virada para baixo) e a Câmara dos Deputados (virada para cima). É interessante notar o mastro da bandeira, presente apenas da imagem recente, à direita. Encomendado pela ditadura militar (1964-1970) ao arquiteto Sérgio Bernardes, o mastro de cem metros de altura foi considerado na época uma agressão à Praça dos Três Poderes. Representaria, para muitos, o nacionalismo e o desejo de "participação física" dos militares na paisagem de Brasília.
A cúpula côncava do Senado Federal em primeiro plano com o "esqueleto" do Anexo 1 do Congresso Nacional ao fundo, no início de 1959. As obras haviam começado há cerca de um ano, e só seria inaugurada em abril de 1960. Atualmente, a Casa conta com 81 senadores, eleitos para mandatos de oito anos, e quase 6.500 funcionários.
A Câmara dos Deputados em primeiro plano com o Anexo 1 do Congresso ao fundo, no fim de 1959. A construção se encaminhava para os arremates finais, que aconteceram no início do ano seguinte. Na imagem antiga, um típico "candango" (como eram chamados os trabalhadores contratados para construir Brasília) apoia uma picareta no ombro enquanto caminha ao largo da Câmara. A Casa, composta por 513 deputados e quase 3.400 funcionários efetivos (além dos mais de 10 mil comissionados), contabilizou 170 mil visitantes no ano passado.
A Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, localizada na 307/308 Sul foi o primeiro templo construído em alvenaria na nova capital, em 1958. Desenhada por Niemeyer e decorada com azulejos de Athos Bulcão, a Igrejinha possui uma forma diferente das demais igrejas. Para uns, parece um véu. Para outros, chapéu de freira. Nos azulejos, o Espírito Santo e a Estrela da Natividade estão representados. Hoje a Igrejinha é tombada pelo Patrimônio Artístico e Histórico do Distrito Federal.
O primeiro hotel da capital, projetado por Oscar Niemeyer, serviu de palco para encontros políticos e eventos sociais, antes mesmo da inauguração da capital. Em 30 de junho de 1958, o Brasília Palace Hotel iniciou suas atividades em uma localização privilegiada, à beira do Lago Paranoá. Duas décadas depois, em 1978, um incêndio destruiu o hotel, que passou outros 20 anos abandonado. Há quatro anos, o hotel voltou a funcionar, depois de passar por obras para recuperá-lo.
A escultura em bronze foi feita em 1959 pelo artista Bruno Giorgi para homenagear os operários que trabalharam na construção da nova capital. Conhecida pelo nome de Os Candangos – como são chamadas as pessoas que se construíram a cidade – tem o título original de Os Guerreiros. A peça tem oito metros de altura e fica na Praça dos Três Poderes, em frente ao Palácio do Planalto.
A primeira residência oficial do presidente Juscelino Kubitschek na cidade é hoje um museu. Fica longe do centro da cidade, o Plano Piloto, cerca de 30 quilômetros. Construída em dez dias, toda em madeira, a obra projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer ganhou o apelido de Palácio de Tábuas. Ficou pronta no dia 31 de outubro de 1956. Recebeu o nome de Catetinho em homenagem ao Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. É uma obra tombada pelo patrimônio histórico desde 1959.
A construção da Esplanada dos Ministérios vista do 28° andar do Anexo 1 do Congresso Nacional, no fim de 1959. O Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores (à esquerda, na imagem recente, acima da Câmara dos Deputados), ainda não havia sido erguido. O espelho d´água que aparece na fotografia atual, em frente ao Congresso, só surgiria no primeiro mandato de Antônio Carlos Magalhães à frente da presidência do Senado (1997-1999). A obra, encomendada por ACM e projetada por Oscar Niemeyer, tinha intenção de barrar protestos de militantes sem-terra, que na época ameaçavam invadir o Congresso.
O "esqueleto" do Congresso Nacional em construção, no fim de 1959. As obras começaram em janeiro do ano anterior e a edificação foi inaugurada em abril de 1960. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o Congresso é composto pelo Anexo 1 (as "torres gêmeas") e duas cúpulas: o Senado (virada para baixo) e a Câmara dos Deputados (virada para cima). É interessante notar o mastro da bandeira, presente apenas da imagem recente, à direita. Encomendado pela ditadura militar (1964-1970) ao arquiteto Sérgio Bernardes, o mastro de cem metros de altura foi considerado na época uma agressão à Praça dos Três Poderes. Representaria, para muitos, o nacionalismo e o desejo de "participação física" dos militares na paisagem de Brasília.
A cúpula côncava do Senado Federal em primeiro plano com o "esqueleto" do Anexo 1 do Congresso Nacional ao fundo, no início de 1959. As obras haviam começado há cerca de um ano, e só seria inaugurada em abril de 1960. Atualmente, a Casa conta com 81 senadores, eleitos para mandatos de oito anos, e quase 6.500 funcionários.
A Câmara dos Deputados em primeiro plano com o Anexo 1 do Congresso ao fundo, no fim de 1959. A construção se encaminhava para os arremates finais, que aconteceram no início do ano seguinte. Na imagem antiga, um típico "candango" (como eram chamados os trabalhadores contratados para construir Brasília) apoia uma picareta no ombro enquanto caminha ao largo da Câmara. A Casa, composta por 513 deputados e quase 3.400 funcionários efetivos (além dos mais de 10 mil comissionados), contabilizou 170 mil visitantes no ano passado.
A Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, localizada na 307/308 Sul foi o primeiro templo construído em alvenaria na nova capital, em 1958. Desenhada por Niemeyer e decorada com azulejos de Athos Bulcão, a Igrejinha possui uma forma diferente das demais igrejas. Para uns, parece um véu. Para outros, chapéu de freira. Nos azulejos, o Espírito Santo e a Estrela da Natividade estão representados. Hoje a Igrejinha é tombada pelo Patrimônio Artístico e Histórico do Distrito Federal.
O primeiro hotel da capital, projetado por Oscar Niemeyer, serviu de palco para encontros políticos e eventos sociais, antes mesmo da inauguração da capital. Em 30 de junho de 1958, o Brasília Palace Hotel iniciou suas atividades em uma localização privilegiada, à beira do Lago Paranoá. Duas décadas depois, em 1978, um incêndio destruiu o hotel, que passou outros 20 anos abandonado. Há quatro anos, o hotel voltou a funcionar, depois de passar por obras para recuperá-lo.
A escultura em bronze foi feita em 1959 pelo artista Bruno Giorgi para homenagear os operários que trabalharam na construção da nova capital. Conhecida pelo nome de Os Candangos – como são chamadas as pessoas que se construíram a cidade – tem o título original de Os Guerreiros. A peça tem oito metros de altura e fica na Praça dos Três Poderes, em frente ao Palácio do Planalto.
A primeira residência oficial do presidente Juscelino Kubitschek na cidade é hoje um museu. Fica longe do centro da cidade, o Plano Piloto, cerca de 30 quilômetros. Construída em dez dias, toda em madeira, a obra projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer ganhou o apelido de Palácio de Tábuas. Ficou pronta no dia 31 de outubro de 1956. Recebeu o nome de Catetinho em homenagem ao Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. É uma obra tombada pelo patrimônio histórico desde 1959.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
sexta, 9 abril 2010 Hoje tem Ivete Sangalo no Axé Brasil 2010!
A cantora Ivete Sangalo se apresenta nesta sexta, (9), em mais uma edição do Axé Brasil em Belo Horizonte, o palco desse evento é o emblemático Estádio do Mineirão. O Axé Brasil é o maior evento de música baiana fora do Estado da Bahia. A artista que já se apresentou em diversas edições promete levar todo seu axé e fazer a galera tirar o pé do chão na base de suas canções.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Aposentado terá reajuste de 7,71%
Proposta fechada por líderes de partidos no Senado e na Câmara aumenta ganho de benefício acima mínimo, antes corrigido em 6,14%
POR LUCIENE BRAGA
Rio - As negociações entre senadores e deputados elevaram o reajuste dos aposentados e pensionistas do INSS de 6,14% para 7,71%. O governo já tinha acertado a concessão de 7%, mas as bancadas fecharam aumento real de 80% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2008 — os segurados vinham recebendo 50% do PIB do período.
O aumento, no entanto, não será retroativo a janeiro, quando foram pagos os 6,14%. “Valerá a partir da publicação da Medida Provisória 475/09”, afirmou o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP). Segundo ele, ainda será preciso aparar arestas, porque o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), não participou desse acordo, fechado na noite de ontem.
Mas o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), assumiu o compromisso de mobilizar o Poder Executivo e a bancada na Câmara. A expectativa é de votação já na semana que vem.
Autor de emenda que previa 100% do PIB, Paulo Paim (PT-RS) afirmou que o índice de 80% é do interesse dos segurados. Segundo ele, o Senado pode votar até a retroatividade a 1º de janeiro, o que renderia o pagamento de atrasados.
“É o reconhecimento das nossas batalhas. Se não foi possível aprovar o mesmo índice do mínimo agora, a batalha continuará lá na frente”, comentou o presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Warley Martins.
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou que o índice não foi discutido pelo governo. “Não fechamos percentual algum. A ideia era continuar com 6,14%”. Paulo Bernardo disse que 0,7% representam acréscimo de R$ 1,2 bilhão no orçamento.
POR LUCIENE BRAGA
Rio - As negociações entre senadores e deputados elevaram o reajuste dos aposentados e pensionistas do INSS de 6,14% para 7,71%. O governo já tinha acertado a concessão de 7%, mas as bancadas fecharam aumento real de 80% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2008 — os segurados vinham recebendo 50% do PIB do período.
O aumento, no entanto, não será retroativo a janeiro, quando foram pagos os 6,14%. “Valerá a partir da publicação da Medida Provisória 475/09”, afirmou o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP). Segundo ele, ainda será preciso aparar arestas, porque o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), não participou desse acordo, fechado na noite de ontem.
Mas o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), assumiu o compromisso de mobilizar o Poder Executivo e a bancada na Câmara. A expectativa é de votação já na semana que vem.
Autor de emenda que previa 100% do PIB, Paulo Paim (PT-RS) afirmou que o índice de 80% é do interesse dos segurados. Segundo ele, o Senado pode votar até a retroatividade a 1º de janeiro, o que renderia o pagamento de atrasados.
“É o reconhecimento das nossas batalhas. Se não foi possível aprovar o mesmo índice do mínimo agora, a batalha continuará lá na frente”, comentou o presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Warley Martins.
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou que o índice não foi discutido pelo governo. “Não fechamos percentual algum. A ideia era continuar com 6,14%”. Paulo Bernardo disse que 0,7% representam acréscimo de R$ 1,2 bilhão no orçamento.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Temporal no Rio deixa bairros sem luz, afeta aeroportos e gera transtornos no trânsito
A forte chuva que atinge o Rio de Janeiro desde o início da noite desta segunda-feira deixa sete bairros sem luz. De acordo com a concessionária Light, os locais afetados são: São Conrado, Barra da Tijuca, Taquara, Alto da Boa Vista, Tijuca, São Cristóvão e Ilha do Governador. A empresa informa que técnicos já estão trabalhando para normalizar o fornecimento elétrico nessas áreas.
Por causa do temporal, a Defesa Civil Municipal do Rio segue em estado de atenção. O órgão alerta para a possibilidade de deslizamento de encostas nas regiões das bacias de Jacarepaguá e da Baía de Guanabara. Vias urbanas que atravessam montanhas " como a autoestrada Grajaú-Jacarepaguá " também devem ser evitadas por motoristas e pedestres.
O mau tempo afeta o funcionamento dos aeroportos do Galeão e Santos Dumont. Os dois terminais operam com o auxílio de instrumentos. O aeroporto Santos Dumont chegou a ficar fechado para pousos e decolagens das 18h11 às 18h41.
No metrô, é grande a movimentação nas plataformas de embarque, principalmente nas estações localizadas no centro do Rio. A concessionária Metrô Rio informa que, para evitar transtornos, está sendo realizado controle de acesso nas roletas das estações Carioca e Uruguaiana.
Rio Maracanã transbordou na zona norte da cidade gerando problemas no trânsito
Alagamento nas imediações da rua Conselheiro Olegário, no bairro do Maracanã
O temporal que atinge o Rio causa problemas no trânsito da cidade. Na Praça da Bandeira, na zona norte da capital fluminense, o tráfego de veículos está parado e a água já invadiu diversos automóveis. Próximo dali, o rio Maracanã transbordou alagando as avenidas Maracanã e Radial Oeste.
O trânsito também segue caótico na Avenida Brasil, onde há trechos alagados na altura do Caju, Manguinhos, Bonsucesso, Ramos e Parada de Lucas. Na zona sul do Rio, os motoristas enfrentam problemas na Rua Voluntários da Pátria, em Botafogo, e na Rua Jardim Botânico, no bairro Jardim Botânico.
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, o mau tempo na capital fluminense deve persistir nesta terça-feira. A previsão é de céu nublado, com pancadas de chuva isoladas. A temperatura deve oscilar entre 25ºC e 22ºC.
Por causa do temporal, a Defesa Civil Municipal do Rio segue em estado de atenção. O órgão alerta para a possibilidade de deslizamento de encostas nas regiões das bacias de Jacarepaguá e da Baía de Guanabara. Vias urbanas que atravessam montanhas " como a autoestrada Grajaú-Jacarepaguá " também devem ser evitadas por motoristas e pedestres.
O mau tempo afeta o funcionamento dos aeroportos do Galeão e Santos Dumont. Os dois terminais operam com o auxílio de instrumentos. O aeroporto Santos Dumont chegou a ficar fechado para pousos e decolagens das 18h11 às 18h41.
No metrô, é grande a movimentação nas plataformas de embarque, principalmente nas estações localizadas no centro do Rio. A concessionária Metrô Rio informa que, para evitar transtornos, está sendo realizado controle de acesso nas roletas das estações Carioca e Uruguaiana.
Rio Maracanã transbordou na zona norte da cidade gerando problemas no trânsito
Alagamento nas imediações da rua Conselheiro Olegário, no bairro do Maracanã
O temporal que atinge o Rio causa problemas no trânsito da cidade. Na Praça da Bandeira, na zona norte da capital fluminense, o tráfego de veículos está parado e a água já invadiu diversos automóveis. Próximo dali, o rio Maracanã transbordou alagando as avenidas Maracanã e Radial Oeste.
O trânsito também segue caótico na Avenida Brasil, onde há trechos alagados na altura do Caju, Manguinhos, Bonsucesso, Ramos e Parada de Lucas. Na zona sul do Rio, os motoristas enfrentam problemas na Rua Voluntários da Pátria, em Botafogo, e na Rua Jardim Botânico, no bairro Jardim Botânico.
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, o mau tempo na capital fluminense deve persistir nesta terça-feira. A previsão é de céu nublado, com pancadas de chuva isoladas. A temperatura deve oscilar entre 25ºC e 22ºC.
Chuva alaga Maracanãzinho e adia partida da Superliga
Nova data para Unilever x Blausiegel deve ser decidida após a inspeção da Confederação Brasileira, que deverá ocorrer na manhã de terça
Gazeta Esportiva
Depois de ser derrotado pelo Blausiegel/São Caetano na primeira rodada das semifinais da Superliga feminina, o Unilever/Rio de Janeiro foi obrigado a esperar mais um pouco para jogar diante de sua torcida com o objetivo de empatar a série melhor-de-três.
As fortes chuvas na capital carioca inundaram o ginásio do Maracanãzinho, uma das 'casas' da equipe, e fizeram com que a partida, que estava agendada para às 21h desta terça-feira, fosse adiada. As definições serão tomadas após a inspeção da Confederação Brasileira, que deverá ocorrer na manhã de terça. Caso mude de local, a partida, provavelmente, será disputada no ginásio da Tijuca, onde o clube do técnico Bernardinho mandou vários de seus jogos e treina regularmente.
Caso acumule um revés no Rio de Janeiro, o Unilever, primeiro colocado na primeira fase da competição, dará adeus ao Nacional. Contudo, se as cariocas levarem a melhor, será necessário o terceiro confronto, mais uma vez marcado para o mesmo ginásio do Maracãzinho, na próxima sexta-feira.
No último sábado, as precipitações excessivas interromperam também, em dois momentos, a partida entre Sollys/Osasco e Pinheiros/Mackenzie, no ginásio José Liberatti, em São Paulo. A segunda paralisação foi motivada devido à queda do fornecimento de energia elétrica.
Gazeta Esportiva
Depois de ser derrotado pelo Blausiegel/São Caetano na primeira rodada das semifinais da Superliga feminina, o Unilever/Rio de Janeiro foi obrigado a esperar mais um pouco para jogar diante de sua torcida com o objetivo de empatar a série melhor-de-três.
As fortes chuvas na capital carioca inundaram o ginásio do Maracanãzinho, uma das 'casas' da equipe, e fizeram com que a partida, que estava agendada para às 21h desta terça-feira, fosse adiada. As definições serão tomadas após a inspeção da Confederação Brasileira, que deverá ocorrer na manhã de terça. Caso mude de local, a partida, provavelmente, será disputada no ginásio da Tijuca, onde o clube do técnico Bernardinho mandou vários de seus jogos e treina regularmente.
Caso acumule um revés no Rio de Janeiro, o Unilever, primeiro colocado na primeira fase da competição, dará adeus ao Nacional. Contudo, se as cariocas levarem a melhor, será necessário o terceiro confronto, mais uma vez marcado para o mesmo ginásio do Maracãzinho, na próxima sexta-feira.
No último sábado, as precipitações excessivas interromperam também, em dois momentos, a partida entre Sollys/Osasco e Pinheiros/Mackenzie, no ginásio José Liberatti, em São Paulo. A segunda paralisação foi motivada devido à queda do fornecimento de energia elétrica.
sábado, 3 de abril de 2010
Neste sábado eu criei um Judas
Neste Judas eu coloquei os nomes: dos falsos amigos, dos invejosos, dos maus caracteres, dos aproveitadores, dos fora da lei. Na política coloquei: aqueles que não cumprem aquilo que promete em suas campanhas, aqueles que roubam a Nação, aqueles que prejudicam o povo (os aposentados, os velhos, os jovens), aquele dos mensalões, dos anões, aqueles que fizeram a lei do Pré-sal, daqueles que votaram e também daqueles que fugiram não dando os seus votos. Coloquei os nomes dos eleitores que votam sem conhecer seus candidatos, aqueles que misturam religião com política ou futebol com política. Logo após queimei este Judas para que ele nunca mais apareça e mude o pensamento ruim dessa gente, tirando nosso país de emergente e colocando junto dos países ricos.
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