sábado, 19 de junho de 2010
Crivella fala sobre possível plano B de Garotinho
O senador Marcelo Crivella (PRB), que receberá uma homenagem em São João da Barra daqui a pouco, esteve em Campos hoje (17) e falou sobre a situação do ex-governador Anthony Garotinho (PR)
Segundo Crivella, a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que deixou Garotinho inelegível até 2011 poderá mudar o tabuleiro político. "Em primeiro lugar quero dizer que essa decisão em cima da eleição é, no mínimo, discutível. Fica difícil para o Garotinho disputar a eleição majoritária com uma liminar", afirmou o Senador, que falou sobre um possível plano B. "O deputado Wagner Montes sempre apareceu bem nas pesquisas. Ele tem uma rejeição menor do que a do Cabral. Trata-se de um nome forte na Baixada e que, se tiver o apoio do Garotinho, pode crescer muito", disse Crivella.
Ainda segundo o senador, que é pré-candidato à reeleição e lidera as pesquisas, algumas mudanças devem ocorrer. "O deputado Manoel Ferreira pode deixar a candidatura ao Senado para buscar a reeleição na Câmara. Vejo que essa candidatura d Wagner Montes com o apoio de correntes que se opõem ao Cabral pode ser importante para deixar a eleição mais democrática", disse o senador.
Com a análise de Crivella, fica claro que o ex-governador Garotinho pode estar pensando em apoiar Wagner Montes (PDT) para o governo. Neste caso, o ex-governador poderia buscar uma cadeira na Câmara Federal ou no Senado. É esperar para ver.
Autor: folha da manhã
CONVENÇÃO ESTADUAL DO PR
Convido você e sua família para a Convenção Estadual do PR, onde serão homologadas as Candidaturas de Garotinho para Governador, Dep. Fed. Pr. Manoel Ferreira para Senador, e as Nominatas de Deputados Estaduais e Deputados Federais que disputarão as Eleições em 03/10/2010.
Dia: 27/06/2010 " Domingo
Horário: das 10h às 16h
Local: Rio Centro - Av. Salvador Allende, 6555, Barra da Tijuca " Pavilhão 3. - RIO CENTRO
Tragam suas caravanas!
Estacionamento no Local!
Sua presença é muito importante!
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Solidariedade e apoio do povo de Campos
Tão importante quanto o manifesto publicado hoje, nos jornais de Campos com assinaturas de centenas de entidades da sociedade civil, de apoio à permanência da prefeita Rosinha no cargo foi o ato realizado no final da tarde, com a participação, segundo a Polícia Militar, de mais de 10 mil pessoas.
A prefeita Rosinha fez um discurso emocionado que levou muitas pessoas às lágrimas e disse que sabe que está sendo atacada para, de maneira indireta, atingirem a mim. Falou também que Campos não agüenta mais a instabilidade política criada nos últimos anos com a troca de prefeito a toda a hora, por decisões judiciais e que, o que a cidade precisa é o que ela está fazendo: trabalho e por fim à corrupção.
Nas fotos acima, percebam as presenças do povo, com faixas e cartazes espontaneamente criados, em solidariedade a mim e a Rosinha.
Minha ausência foi para não criar mais problemas, já que o TRE poderia alegar que o ato teve conotação eleitoral. Na verdade foi um ato contra a covardia que fizeram, tentando tirar do cargo uma prefeita eleita pela esmagadora maioria da população, por uma simples entrevista de rádio.
A verdade falará mais alto. E o povo hoje, mostrou de que lado está.
A prefeita Rosinha fez um discurso emocionado que levou muitas pessoas às lágrimas e disse que sabe que está sendo atacada para, de maneira indireta, atingirem a mim. Falou também que Campos não agüenta mais a instabilidade política criada nos últimos anos com a troca de prefeito a toda a hora, por decisões judiciais e que, o que a cidade precisa é o que ela está fazendo: trabalho e por fim à corrupção.
Nas fotos acima, percebam as presenças do povo, com faixas e cartazes espontaneamente criados, em solidariedade a mim e a Rosinha.
Minha ausência foi para não criar mais problemas, já que o TRE poderia alegar que o ato teve conotação eleitoral. Na verdade foi um ato contra a covardia que fizeram, tentando tirar do cargo uma prefeita eleita pela esmagadora maioria da população, por uma simples entrevista de rádio.
A verdade falará mais alto. E o povo hoje, mostrou de que lado está.
sábado, 12 de junho de 2010
Rosinha reunida com Prefeitos e representantes da Sociedade Civil à tarde na sede da Fundenor
A Prefeita de Campos e presidente da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro),
Rosinha Garotinho, continua reunida com prefeitos e sociedade civil organizada na sede da Fundenor. O objetivo é discutir ações jurídicas no sentido de barrar a intenção política dos parlamentares, que votaram a emenda Pedro Simon, reeditando, na verdade, o teor da emenda Ibsen Pinheiro, aprovada em 10 de março, na Câmara Federal, que retira royalties e participações especiais de municípios e estados produtores.
Para a reunião, Rosinha Garotinho trouxe o jurista, Humberto Soares que enumerou nove inconstitucionalidades na Emenda, que tem como proposta dividir os royalties do petróleo para todos os estados brasileiros. Dentre as inconstitucionalidades, o jurista enumerou o Artigo 20 da Constituição, que diz que os royalties do petróleo devem ser utilizados apenas para os estados produtores do petróleo.
Os prefeitos presentes destacaram o esforço da Prefeita Rosinha Garotinho em mais uma vez tomar iniciativa na luta pelos royalties. Rosinha Garotinho anunciou que segunda-feira (14), o deputado federal, Geraldo Pudim, vai entrar com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF), contra a emenda.
Rosinha Garotinho, continua reunida com prefeitos e sociedade civil organizada na sede da Fundenor. O objetivo é discutir ações jurídicas no sentido de barrar a intenção política dos parlamentares, que votaram a emenda Pedro Simon, reeditando, na verdade, o teor da emenda Ibsen Pinheiro, aprovada em 10 de março, na Câmara Federal, que retira royalties e participações especiais de municípios e estados produtores.
Para a reunião, Rosinha Garotinho trouxe o jurista, Humberto Soares que enumerou nove inconstitucionalidades na Emenda, que tem como proposta dividir os royalties do petróleo para todos os estados brasileiros. Dentre as inconstitucionalidades, o jurista enumerou o Artigo 20 da Constituição, que diz que os royalties do petróleo devem ser utilizados apenas para os estados produtores do petróleo.
Os prefeitos presentes destacaram o esforço da Prefeita Rosinha Garotinho em mais uma vez tomar iniciativa na luta pelos royalties. Rosinha Garotinho anunciou que segunda-feira (14), o deputado federal, Geraldo Pudim, vai entrar com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF), contra a emenda.
J´accuse, e as perseguições no Rio
Fernando Peregrino, Jornal do Brasil
RIO - No fim do século 19, em 1894, quase cem anos depois da Revolução Francesa, o capitão do Exército francês Alfred Dreyfus foi injustamente acusado e sumariamente condenado em processo rumoroso, que ficou conhecido na história das grandes injustiças praticadas por instituições do próprio Estado. Sua defesa, que terminou por absolvê-lo, ficou conhecida pelo célebre manifesto "J´accuse", de Émile Zola.
Zola era um famoso escritor e ilustre republicano que, indignado, tomou a si a defesa do capitão contra as campanhas que lhe moviam a mídia e a cúpula de instituições públicas à época. O capitão Dreyfus havia sido vítima de uma conspiração do próprio Estado francês que forjou provas, acobertou os verdadeiros autores, induziu a mídia e os próprios tribunais a erros.
Emílio Zola defendeu o capitão injustiçado acusando frontalmente a todos que participaram da conspiração antirrepublicana. Sua carta J´accuse foi divulgada no jornal L´Aurore, de 13 de janeiro de 1898, e era endereçada a ninguém menos que o presidente da França, Félix Faure. Após desmontar uma a uma as acusações dos conspiradores, Zola escreve uma das mais belas e corajosas páginas em defesa de alguém que sequer conhecia pessoalmente:
"Senhor presidente, (...) acuso o tenente-coronel Du Paty por ter sido o artífice diabólico do erro judiciário. (...) acuso o general Mercier de ter se tornado cúmplice, pelo menos por fraqueza de espírito, de uma das maiores iniquidades deste século. (...) Acuso o general Pellieux e o comandante Ravary de terem feito um inquérito criminoso com monstruosa parcialidade... de ingênua audácia, (...) acuso o Ministério da Guerra de ter conduzido a imprensa a uma campanha abominável para desencaminhar a opinião pública e encobrir seu próprio erro... acuso, enfim o primeiro Conselho de Guerra de ter, a partir de ordens superiores, acobertado essa ilegalidade. (...) Ao fazer esta acusação, não ignoro que eu me submeto aos artigos 30 e 31 da lei da imprensa de 1881, que pune por delitos de difamação. E é voluntariamente que me exponho. Quanto às pessoas que acuso... são para mim entidades, espíritos de maledicência social. E o ato que realizo aqui não é senão um meio revolucionário de apressar a eclosão da verdade e da justiça. Minha questão é somente uma, a da luz, em nome da humanidade que tanto sofreu e que tem direito à felicidade. Meu protesto inflamado não é senão o grito da minha alma. Que ousem, portanto, levar-me ao tribunal, e que o inquérito se realize em plena luz! Eu aguardo. Queira aceitar, senhor presidente, a certeza do meu profundo respeito. Émile Zola" . (J´Accuse, a verdade em marcha, 2009).
Mais tarde, Alfred Dreyfus foi absolvido. A conspiração e os conspiradores foram descobertos. Ficou a lição da coragem de um homem que marcou a história. Qualquer semelhança com as injustiças e perseguições praticadas por instituições do estado do Rio de Janeiro deixo por conta da imaginação crítica do leitor. Os conspiradores vestirão a carapuça quando estiverem chegado aqui. As vítimas, mencionarei apenas três exemplos: os ex-governadores Brizola, Garotinho e Rosinha.
À França a história reservou a glória de ter sido precursora na luta pelo bem mais caro do homem: o direito sagrado de discordar. Ao Brasil de Tiradentes, e de outros heróis republicanos contemporâneos, o sacrifício em defesa das instituições democráticas, muitas delas infelizmente, conspurcadas por agentes políticos inescrupulosos.
Fernando Peregrino é mestre em engenharia de produção pela Coppe/UFRJ e presidente do Instituto Republicano.
RIO - No fim do século 19, em 1894, quase cem anos depois da Revolução Francesa, o capitão do Exército francês Alfred Dreyfus foi injustamente acusado e sumariamente condenado em processo rumoroso, que ficou conhecido na história das grandes injustiças praticadas por instituições do próprio Estado. Sua defesa, que terminou por absolvê-lo, ficou conhecida pelo célebre manifesto "J´accuse", de Émile Zola.
Zola era um famoso escritor e ilustre republicano que, indignado, tomou a si a defesa do capitão contra as campanhas que lhe moviam a mídia e a cúpula de instituições públicas à época. O capitão Dreyfus havia sido vítima de uma conspiração do próprio Estado francês que forjou provas, acobertou os verdadeiros autores, induziu a mídia e os próprios tribunais a erros.
Emílio Zola defendeu o capitão injustiçado acusando frontalmente a todos que participaram da conspiração antirrepublicana. Sua carta J´accuse foi divulgada no jornal L´Aurore, de 13 de janeiro de 1898, e era endereçada a ninguém menos que o presidente da França, Félix Faure. Após desmontar uma a uma as acusações dos conspiradores, Zola escreve uma das mais belas e corajosas páginas em defesa de alguém que sequer conhecia pessoalmente:
"Senhor presidente, (...) acuso o tenente-coronel Du Paty por ter sido o artífice diabólico do erro judiciário. (...) acuso o general Mercier de ter se tornado cúmplice, pelo menos por fraqueza de espírito, de uma das maiores iniquidades deste século. (...) Acuso o general Pellieux e o comandante Ravary de terem feito um inquérito criminoso com monstruosa parcialidade... de ingênua audácia, (...) acuso o Ministério da Guerra de ter conduzido a imprensa a uma campanha abominável para desencaminhar a opinião pública e encobrir seu próprio erro... acuso, enfim o primeiro Conselho de Guerra de ter, a partir de ordens superiores, acobertado essa ilegalidade. (...) Ao fazer esta acusação, não ignoro que eu me submeto aos artigos 30 e 31 da lei da imprensa de 1881, que pune por delitos de difamação. E é voluntariamente que me exponho. Quanto às pessoas que acuso... são para mim entidades, espíritos de maledicência social. E o ato que realizo aqui não é senão um meio revolucionário de apressar a eclosão da verdade e da justiça. Minha questão é somente uma, a da luz, em nome da humanidade que tanto sofreu e que tem direito à felicidade. Meu protesto inflamado não é senão o grito da minha alma. Que ousem, portanto, levar-me ao tribunal, e que o inquérito se realize em plena luz! Eu aguardo. Queira aceitar, senhor presidente, a certeza do meu profundo respeito. Émile Zola" . (J´Accuse, a verdade em marcha, 2009).
Mais tarde, Alfred Dreyfus foi absolvido. A conspiração e os conspiradores foram descobertos. Ficou a lição da coragem de um homem que marcou a história. Qualquer semelhança com as injustiças e perseguições praticadas por instituições do estado do Rio de Janeiro deixo por conta da imaginação crítica do leitor. Os conspiradores vestirão a carapuça quando estiverem chegado aqui. As vítimas, mencionarei apenas três exemplos: os ex-governadores Brizola, Garotinho e Rosinha.
À França a história reservou a glória de ter sido precursora na luta pelo bem mais caro do homem: o direito sagrado de discordar. Ao Brasil de Tiradentes, e de outros heróis republicanos contemporâneos, o sacrifício em defesa das instituições democráticas, muitas delas infelizmente, conspurcadas por agentes políticos inescrupulosos.
Fernando Peregrino é mestre em engenharia de produção pela Coppe/UFRJ e presidente do Instituto Republicano.
terça-feira, 8 de junho de 2010
XII Festival de quadrilhas juninas do padroeiro" em SJB
Com bandeirinhas, fogueiras e caipiras de ocasião, São João da Barra entra em clima de festa a partir do próximo dia 22 de junho, quando começa, a partir das 20h, o "XII Festival de quadrilhas juninas do padroeiro". Com inscrições abertas de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h, até 15 de junho, na sede da secretaria de Turismo, Esporte e Lazer, o concurso vai distribuir, entre os primeiros cinco colocados, prêmios no valor de R$ 7 mil. Para participar, interessados deverão doar 10 kg de alimento não perecível no ato da inscrição
domingo, 6 de junho de 2010
Garotinho pede agilidade ao TRE
Pré-candidato faz ato simbólico e consegue cópia de setença para recorrer de decisão que o deixa fora da disputa pelo governo do estado
POR RICARDO VILLA VERDE
Rio - Correndo contra o tempo para tentar suspender a decisão da Justiça Eleitoral que o tornou inelegível por três anos, o ex-governador Anthony Garotinho, que era pré-candidato ao governo estadual pelo PR, promoveu ontem ato simbólico de protesto contra o que chamou de "demora" do Tribunal Regional Eleitoral em publicar a sentença que o condenou. Garotinho foi à sede do TRE, no Centro do Rio, acompanhado de seu advogado, Jonas Lopes Neto, para supostamente pressionar o Tribunal a liberar a decisão. "O prazo para registro de candidatura se encerra no dia 5 de julho. Cada dia que passa eu vou perdendo tempo necessário para apresentar meus recursos contra a decisão do TRE, que eu considero equivocada", disse Garotinho. Ele acusou o TRE de não cumprir o regimento interno da Corte.
A assessoria do Tribunal informou que a decisão será publicada no Diário Oficial (DO) da Justiça Eleitoral na segunda-feira. Uma cópia da sentença foi entregue ontem ao advogado do ex-governador. Com isso, o prazo para apresentação de recurso contra o acórdão já começou a contar e vai até quarta-feira. A demora na publicação teria sido motivada porque o DO não circula desde quarta-feira, por causa do feriado de Corpus Christi.
Garotinho foi considerado inelegível no dia 27. No mesmo processo, a mulher dele, a ex-governadora Rosinha Matheus (PR), teve o mandato de prefeita de Campos cassado. Os dois foram acusados de abuso de poder político e uso indevido de meios de comunicação na campanha eleitoral para a prefeitura campista, em 2008. Para poder concorrer a governador em outubro, Garotinho tem de obter, até o dia 5 de julho, recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendendo a sentença.
A convenção do PR para homologar as candidaturas às eleições de outubro será dia 27, no Riocentro. Além de confirmar o nome de Garotinho para disputar o governo estadual, a reunião também decidirá se o partido no Rio vai apoiar a candidatura de Dilma Rousseff (PT) ou de José Serra (PSDB) a presidente da República. Apesar da direção nacional do PR ter declarado apoio a Dilma, Garotinho disse que o partido liberou os estados para tomarem decisões individuais "de acordo com suas conveniências". Ele disse que ainda está conversando com o senador Marcelo Crivella (PRB) sobre uma provável aliança. "Tudo é possível", disse Garotinho.
POR RICARDO VILLA VERDE
Rio - Correndo contra o tempo para tentar suspender a decisão da Justiça Eleitoral que o tornou inelegível por três anos, o ex-governador Anthony Garotinho, que era pré-candidato ao governo estadual pelo PR, promoveu ontem ato simbólico de protesto contra o que chamou de "demora" do Tribunal Regional Eleitoral em publicar a sentença que o condenou. Garotinho foi à sede do TRE, no Centro do Rio, acompanhado de seu advogado, Jonas Lopes Neto, para supostamente pressionar o Tribunal a liberar a decisão. "O prazo para registro de candidatura se encerra no dia 5 de julho. Cada dia que passa eu vou perdendo tempo necessário para apresentar meus recursos contra a decisão do TRE, que eu considero equivocada", disse Garotinho. Ele acusou o TRE de não cumprir o regimento interno da Corte.
A assessoria do Tribunal informou que a decisão será publicada no Diário Oficial (DO) da Justiça Eleitoral na segunda-feira. Uma cópia da sentença foi entregue ontem ao advogado do ex-governador. Com isso, o prazo para apresentação de recurso contra o acórdão já começou a contar e vai até quarta-feira. A demora na publicação teria sido motivada porque o DO não circula desde quarta-feira, por causa do feriado de Corpus Christi.
Garotinho foi considerado inelegível no dia 27. No mesmo processo, a mulher dele, a ex-governadora Rosinha Matheus (PR), teve o mandato de prefeita de Campos cassado. Os dois foram acusados de abuso de poder político e uso indevido de meios de comunicação na campanha eleitoral para a prefeitura campista, em 2008. Para poder concorrer a governador em outubro, Garotinho tem de obter, até o dia 5 de julho, recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendendo a sentença.
A convenção do PR para homologar as candidaturas às eleições de outubro será dia 27, no Riocentro. Além de confirmar o nome de Garotinho para disputar o governo estadual, a reunião também decidirá se o partido no Rio vai apoiar a candidatura de Dilma Rousseff (PT) ou de José Serra (PSDB) a presidente da República. Apesar da direção nacional do PR ter declarado apoio a Dilma, Garotinho disse que o partido liberou os estados para tomarem decisões individuais "de acordo com suas conveniências". Ele disse que ainda está conversando com o senador Marcelo Crivella (PRB) sobre uma provável aliança. "Tudo é possível", disse Garotinho.
A polêmica da obrigatoriedade do voto
OAB e políticos defendem um plebiscito sobre o voto facultativo
POR MARCOS GALVÃO
Rio - O voto obrigatório divide o Brasil. A polêmica foi aberta depois da divulgação de dados da pesquisa do Instituto Datafolha, que apontou que 48% das pessoas entrevistadas disseram ser favoráveis à obrigatoriedade. O percentual é o mesmo dos que disseram ser contrários ao voto obrigatório. Ao perguntar se o eleitor iria votar mesmo se o voto não fosse obrigatório, 55% disseram que sim, continuariam votando, enquanto 44% afirmaram que não votariam.
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, defende a realização de um plebiscito sobre o voto facultativo no País. Segundo ele, o cidadão precisa se informar melhor para exercer a sua escolha para cargos públicos. “O voto é um direito, sim, mas precisamos amadurecer o processo democrático. Sou favorável a um plebiscito ainda este ano sobre a obrigatoriedade ou não do voto”, opina.
O deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) conta que já foi um grande defensor do voto facultativo, mas mudou de ideia. “O voto é o momento único em que o cidadão é chamado a pensar. No meu entender, o voto é um direito e também um dever. Quem garante que o voto, não sendo obrigatório, fará diminuir os currais eleitorais”, argumenta o deputado, lembrando que é fácil encontrar uma justificativa para não votar. “É só procurar uma agência dos Correios em outra cidade”, diz.
Ele diz ser favorável à mesma proposta feita pelo presidente da OAB: de submeter a questão da obrigatoriedade a um plebiscito. “Temos de amadurecer melhor essa ideia”, defende Chico Alencar.
Para o sociólogo Orlando Júnior, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur) da UFRJ, o debate é uma questão secundária. “Para mim, este é um falso debate, não põe o dedo na ferida. O que importa é discutir o fortalecimento da cidadania, da importância do voto, da conscientização do cidadão”, afirma Orlando Júnior.
ABSTENÇÃO ALTA NA EUROPA
O cientista político Cesar Romero, professor da PUC-RJ, lembrou que, em países onde o voto não é obrigatório, como na França e na Alemanha, o percentual de abstenção é muito grande.
“Nesses países, os serviços públicos funcionam. E qual seria a legitimidade de um governo, caso o nível de abstenção de eleitores fosse muito alto?”, questionou Cesar Romero, que se declarou um ex-defensor do voto facultativo.
Questão divide eleitores
Para o professor Felipe Villela, 23 anos, de Nova Iguaçu, o voto deve ser facultativo. “Muitos escolhem o voto em cima hora, sem refletir quem é o candidato. Favorece a compra de votos”, opina. Já a dona de casa Marisa Monsoures, 31, de Belford Roxo, acha o contrário. “Eu nunca deixei de votar. Acho que é através de voto que podemos mudar o País, é um momento em que temos de exercitar a nossa cidadania”, explica ela.
POR MARCOS GALVÃO
Rio - O voto obrigatório divide o Brasil. A polêmica foi aberta depois da divulgação de dados da pesquisa do Instituto Datafolha, que apontou que 48% das pessoas entrevistadas disseram ser favoráveis à obrigatoriedade. O percentual é o mesmo dos que disseram ser contrários ao voto obrigatório. Ao perguntar se o eleitor iria votar mesmo se o voto não fosse obrigatório, 55% disseram que sim, continuariam votando, enquanto 44% afirmaram que não votariam.
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, defende a realização de um plebiscito sobre o voto facultativo no País. Segundo ele, o cidadão precisa se informar melhor para exercer a sua escolha para cargos públicos. “O voto é um direito, sim, mas precisamos amadurecer o processo democrático. Sou favorável a um plebiscito ainda este ano sobre a obrigatoriedade ou não do voto”, opina.
O deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) conta que já foi um grande defensor do voto facultativo, mas mudou de ideia. “O voto é o momento único em que o cidadão é chamado a pensar. No meu entender, o voto é um direito e também um dever. Quem garante que o voto, não sendo obrigatório, fará diminuir os currais eleitorais”, argumenta o deputado, lembrando que é fácil encontrar uma justificativa para não votar. “É só procurar uma agência dos Correios em outra cidade”, diz.
Ele diz ser favorável à mesma proposta feita pelo presidente da OAB: de submeter a questão da obrigatoriedade a um plebiscito. “Temos de amadurecer melhor essa ideia”, defende Chico Alencar.
Para o sociólogo Orlando Júnior, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur) da UFRJ, o debate é uma questão secundária. “Para mim, este é um falso debate, não põe o dedo na ferida. O que importa é discutir o fortalecimento da cidadania, da importância do voto, da conscientização do cidadão”, afirma Orlando Júnior.
ABSTENÇÃO ALTA NA EUROPA
O cientista político Cesar Romero, professor da PUC-RJ, lembrou que, em países onde o voto não é obrigatório, como na França e na Alemanha, o percentual de abstenção é muito grande.
“Nesses países, os serviços públicos funcionam. E qual seria a legitimidade de um governo, caso o nível de abstenção de eleitores fosse muito alto?”, questionou Cesar Romero, que se declarou um ex-defensor do voto facultativo.
Questão divide eleitores
Para o professor Felipe Villela, 23 anos, de Nova Iguaçu, o voto deve ser facultativo. “Muitos escolhem o voto em cima hora, sem refletir quem é o candidato. Favorece a compra de votos”, opina. Já a dona de casa Marisa Monsoures, 31, de Belford Roxo, acha o contrário. “Eu nunca deixei de votar. Acho que é através de voto que podemos mudar o País, é um momento em que temos de exercitar a nossa cidadania”, explica ela.
Sem discussão de propostas e com intensa guerra pessoal
Pré-candidatos fazem promessas e travam batalhas judiciais no lugar das plataformas
Rio - Poucas propostas, muitas acusações e guerra jurídica. Este tem sido o tom da pré-campanha eleitoral para a Presidência da República até agora, especialmente entre os dois principais presidenciáveis: Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB). As propostas para o País praticamente se tornaram coadjuvantes e as brigas entre lideranças petistas e tucanas, personagem principal da disputa. O caso mais recente envolveu denúncias de que o PT estaria montando equipe para preparar dossiês contra Serra.
E as poucas propostas apresentadas até agora pelos pré-candidatos têm sido questionados por especialistas. Como a ideia de José Serra de levar um trem de superfície “a custos infinitamente inferiores” aos do metrô até Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O engenheiro de transportes Fernando McDowell vê um equívoco de custo e de modelo na promessa do tucano. “Os trens de superfície são pesados, lerdos, tem que modernizar”, afirma o engenheiro.
Foto: Arte O Dia
O cientista político Antônio Lavareda atribui a falta de propostas à fase inicial da campanha. “Estudos mostram que não adianta agora sobrecarregar os eleitores com muitas propostas. Ninguém consegue processar tantas promessas e temas”, afirma Lavareda.
Entre as promessas em comum dos candidatos, Serra e Marina falam de ações para evitar tragédias provocadas por desastres naturais. O tucano falou em criar uma Força Nacional permanente e mapear as áreas de riscos nos quase 6 mil municípios brasileiros. A geógrafa e professora do Instituto de Ciências da UFRJ, Ana Luiza Coelho Neto, diz que a medida teria que ter sido tomada “ontem”. “Temos capacitação técnica para definir análise, reconhecer as diferenças de solo no Sul ou Nordeste e criar medidas adaptáveis para diminuir o tamanho da tragédia.”
Mas por enquanto, a disputa maior tem sido nos tribunais. E a oposição leva vantagem. De 15 ações desde janeiro, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), contra o presidente Lula da Silva e Dilma por propaganda antecipada, houve condenação dos dois em quatro. Sem sucesso, o PT entrou com 11 ações contra o PSDB, o DEM ou José Serra.
SAÚDE E EDUCAÇÃO
Uma das propostas de Dilma Rousseff, a desoneração de remédios não encontra apoio no Instituto Brasileiro de Defesa dos Usuários de Medicamentos (Idum). Para o presidente do instituto, Antônio Barbosa da Silva, o problema não é o imposto, até porque já houve diversos incentivos tributários aos fabricantes, que, segundo ele, não repassaram os descontos nas farmácias. “Os presidenciáveis têm que ter coragem de enfrentar o mercado concorrencial que pratica cartel no setor. Tem laboratório que representa 5% do PIB de um país europeu”, afirma o presidente do Idum.
Sobre a proposta de Marina Silva de criação de um sistema único de educação, nos moldes do SUS, o ex-diretor da Unesco , Jorge Werthein, afirma que o ideal seria a descentralização de recursos do governo, mas considera essencial uma proposta “apartidária” no setor.
Raphael Zarko e Ricardo Villaverde
Rio - Poucas propostas, muitas acusações e guerra jurídica. Este tem sido o tom da pré-campanha eleitoral para a Presidência da República até agora, especialmente entre os dois principais presidenciáveis: Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB). As propostas para o País praticamente se tornaram coadjuvantes e as brigas entre lideranças petistas e tucanas, personagem principal da disputa. O caso mais recente envolveu denúncias de que o PT estaria montando equipe para preparar dossiês contra Serra.
E as poucas propostas apresentadas até agora pelos pré-candidatos têm sido questionados por especialistas. Como a ideia de José Serra de levar um trem de superfície “a custos infinitamente inferiores” aos do metrô até Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O engenheiro de transportes Fernando McDowell vê um equívoco de custo e de modelo na promessa do tucano. “Os trens de superfície são pesados, lerdos, tem que modernizar”, afirma o engenheiro.
Foto: Arte O Dia
O cientista político Antônio Lavareda atribui a falta de propostas à fase inicial da campanha. “Estudos mostram que não adianta agora sobrecarregar os eleitores com muitas propostas. Ninguém consegue processar tantas promessas e temas”, afirma Lavareda.
Entre as promessas em comum dos candidatos, Serra e Marina falam de ações para evitar tragédias provocadas por desastres naturais. O tucano falou em criar uma Força Nacional permanente e mapear as áreas de riscos nos quase 6 mil municípios brasileiros. A geógrafa e professora do Instituto de Ciências da UFRJ, Ana Luiza Coelho Neto, diz que a medida teria que ter sido tomada “ontem”. “Temos capacitação técnica para definir análise, reconhecer as diferenças de solo no Sul ou Nordeste e criar medidas adaptáveis para diminuir o tamanho da tragédia.”
Mas por enquanto, a disputa maior tem sido nos tribunais. E a oposição leva vantagem. De 15 ações desde janeiro, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), contra o presidente Lula da Silva e Dilma por propaganda antecipada, houve condenação dos dois em quatro. Sem sucesso, o PT entrou com 11 ações contra o PSDB, o DEM ou José Serra.
SAÚDE E EDUCAÇÃO
Uma das propostas de Dilma Rousseff, a desoneração de remédios não encontra apoio no Instituto Brasileiro de Defesa dos Usuários de Medicamentos (Idum). Para o presidente do instituto, Antônio Barbosa da Silva, o problema não é o imposto, até porque já houve diversos incentivos tributários aos fabricantes, que, segundo ele, não repassaram os descontos nas farmácias. “Os presidenciáveis têm que ter coragem de enfrentar o mercado concorrencial que pratica cartel no setor. Tem laboratório que representa 5% do PIB de um país europeu”, afirma o presidente do Idum.
Sobre a proposta de Marina Silva de criação de um sistema único de educação, nos moldes do SUS, o ex-diretor da Unesco , Jorge Werthein, afirma que o ideal seria a descentralização de recursos do governo, mas considera essencial uma proposta “apartidária” no setor.
Raphael Zarko e Ricardo Villaverde
Continuamos trabalhando rumo à vitória
Obrigado região Serrana
Nesta sexta-feira, realizamos reuniões com intensa participação dos companheiros de Teresópolis, e logo a seguir, de Nova Friburgo e demais municípios da região Serrana. Em Teresópolis, ao lado do Dr.Robertão, vice-prefeito da cidade e nosso pré-candidato a deputado estadual, lembrei das importantes obras que realizamos na cidade como, por exemplo, a Escola Técnica, a água que levamos para o bairro da Fonte Santa, a recuperação e recapeamento da estrada Teresópolis – Friburgo, entre outras, e principalmente o asfaltamento da estrada Sumidouro – Volta do Peão, importantíssima para os produtores rurais da região.
Mas acima de tudo assumi um compromisso com o povo de Teresópolis, o de construir na cidade um hospital regional. Um hospital de verdade e não um “latão”. Uma unidade que tenha CTI, UTI Neo-natal, onde o povo possa fazer tomografia e outros exames importantes. A saúde da cidade está um caos e essa é a maior necessidade da população.
Em Nova Friburgo, na reunião com os companheiros, também relembrei as importantes obras do nosso governo na região, entre elas, a Estrada Serramar, que liga a região serrana à região dos Lagos, sonho de muitos anos que se tornou realidade. Também destaquei a canalização do rio Bengalas. Foram investidos na cidade no meu governo e no de Rosinha, o equivalente a R$ 100 milhões.
Agora o mais importante foi o compromisso que assumi com o povo de toda a região. A Rota 116, que tem a concessão da estrada que liga Itaboraí até à região Serrana não cumpriu o contrato de concessão, que prevê a construção da 3ª via na área central de Friburgo e também não fez a obra do contorno da cidade. Em função disso, hoje, cobra pedágio ilegalmente (são 4). A Rota 116 não cumpriu o contrato e por isso não tem o direito de cobrar pedágio da população. Vou cassar a concessão da Delta por descumprimento de contrato e tirar os pedágios que se tornaram verdadeiras máquinas de caça-níqueis.
Um sintoma de que as coisas não vão bem para Cabral
Algumas pessoas se deixam influenciar pela mídia e às vezes podem se perguntar: Será que Cabral é mesmo favorito na eleição? Querem ver uma coisa, que a mídia não se atreve a levantar? Vocês viram os últimos números da pesquisa para o Senado apontando Crivela com 27% e Cesar Maia com 21% liderando com folga a disputa. Lindberg está com 5% e Picciani aparece com 4% junto com o Pastor Manoel Ferreira.
Então, os dois candidatos de Cabral, somados estão com 9%, menos da metade do que o ex-prefeito Cesar Maia, em segundo na pesquisa. E olha que os dois andam grudados em Cabral e participam de todas as inaugurações e visitas. Se Cabral estivesse disparado mesmo, a ponto de poder até ganhar no 1º turno, vocês não acham que puxava pra cima os seus candidatos ao Senado? Poderiam nem estar na frente, mas apresentariam números bem melhores. E olha que a máquina eleitoral do governo Cabral e do prefeito Paes estão a pleno vapor, com o apoio da mídia, que vive publicando fotos dos seus candidatos ao Senado, do seu lado, nos palanques. Esse é mais um sintoma que as coisas não vão bem pro lado de Cabral. Ele tem pesquisas nas mãos e sabe que a realidade é bem diferente, daquela que o marketing e a mídia tentam empurrar goela abaixo da população. E posso lhes assegurar que pesquisas internas mostram que a diferença de Cabral para mim, que estava em 12% nessa última pesquisa do Instituto UP, hoje, está no patamar entre 8 e 9 pontos percentuais. É ou não é pra Cabral estar desesperado?
Ficha limpa vira lei
O presidente Lula sancionou a lei que proíbe a candidatura de políticos com condenação judicial por crimes graves. Resta agora o TSE e o STF se pronunciarem para se saber se a exigência da Ficha Limpa vai vigorar nestas eleições e se vai barrar candidatos já condenados ou só os que vierem a sofrer condenação.
Aproveito essa notícia para os esclarecer, os leitores do blog, por conta de uma pergunta que um senhor me fez hoje, na Baixada Fluminense, preocupado se a decisão do TRE poderia me afetar com essa nova lei da Ficha Limpa.
Fui condenado pelo TRE, em primeira instância, ainda cabem vários recursos. Só se já tivesse transitado em julgado, ou seja, se não houvesse mais recurso. Por isso não se preocupem. Como vocês viram na reprodução, a minha ficha no TSE é e continua limpa. Reparem que na certidão do TSE está escrito que não consta "registro de condenação criminal eleitoral, transitada em julgado".
Meus advogados, agora de posse do acórdão, que o TRE informa hoje, nos jornais, que será publicado na segunda-feira, meus advogados já estão preparando o recurso que será apresentado já na próxima semana. Não se preocupem, meus advogados estão confiantes e eu serei candidato.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
PR – Partido da República
INSTITUTO REPUBLICANO
DE ESTUDOS E PESQUISAS SÓCIO-POLÍTICOS


CONVITE
O Presidente do Instituto Republicano, engenheiro Fernando Peregrino,e o Presidente do PR Cordeiro Antonio Gerk tem a honra de convidar a V.sa. para o Seminário do Plano de Governo do Partido da Republica - 22, que ocorrerá no dia 08 de Junho, terça-feira às 19 horas, na Câmara Municipal de Cordeiro, Av Presidente Vargas nº 42, Centro, Cordeiro– R.J
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CONVITE
O Presidente do Instituto Republicano, engenheiro Fernando Peregrino,e o Presidente do PR Cordeiro Antonio Gerk tem a honra de convidar a V.sa. para o Seminário do Plano de Governo do Partido da Republica - 22, que ocorrerá no dia 08 de Junho, terça-feira às 19 horas, na Câmara Municipal de Cordeiro, Av Presidente Vargas nº 42, Centro, Cordeiro– R.J
PR – Partido da República
INSTITUTO REPUBLICANO
DE ESTUDOS E PESQUISAS SÓCIO-POLÍTICOS
CONVITE
O Presidente do Instituto Republicano, engenheiro Fernando Peregrino,e o Presidente do PR Armação de Búzios Flavio Pontes tem a honra de convidar a V.sa. para o Seminário do Plano de Governo do Partido da Republica - 22, que ocorrerá no dia 10 de Junho,quinta -feira às 19 horas, na Câmara Municipal Armação de Búzios, Av José Bento Ribeiro Dantas nº5400, Centro, Armação de Búzios– R.J
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